sexta-feira, 19 de abril de 2013

Meditação

Porque algumas questões não podem ser respondidas pelo Google!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

CONSCIÊNCIA CORPORAL

Por Marcelo Landa



Convivemos todos os dias com nosso corpo e ainda assim não o conhecemos, apenas entramos em contato com partes dele quando sentimos dor, incômodo, rigidez ou alguma outra sensação desagradável. Mas será que percebemos a leveza, a fluidez, a força e flexibilidade de um corpo funcional?

Talvez já tenhamos participado de alguma aula de Dança, Yoga, Pilates ou de alguma pratica esportiva onde nos fosse solicitada a atenção especial a alguma parte do corpo especificamente. Talvez tenhamos lido ou ouvido que a Consciência Corporal é importante.

Mas o que é Consciência Corporal? Para que serve?

Consciência Corporal é um processo, uma construção de atitudes que envolvem a observação, estudo, interpretação e organização das informações obtidas através dos sentidos. É a transformação do conhecimento puramente intelectual do corpo, em experiências sensoriais, para o desenvolvimento da propriocepção.

Tão importante quanto o desenvolvimento da consciência corporal, de nossos movimentos, habilidades e limites, é a percepção de nossos desejos, necessidades e a natureza de nossas motivações, pois uma postura saudável é aquela que respeita o próprio corpo, sua participação e interferência no espaço. Que respeita seu próprio ritmo. Que busca qualidade e atenção ao invés de quantidade e alienação.

Trazer nossa atenção para o momento presente já é um bom começo. Perceber o ritmo da respiração, sua profundidade e fluidez é o primeiro passo para refinar e ampliar nossos sentidos. Entrar em contato com nossas sensações. Escutar e sentir nosso corpo. Ações que seguramente nos trarão mais confiança e segurança para iniciarmos um trabalho de qualidade, seja no desenvolvimento de uma técnica esportiva, artística ou terapêutica.

Palavras e teorias podem nos auxiliar na busca de uma melhor compreensão de como funcionamos, mas é fundamental que desenvolvamos o hábito da escuta, da percepção e da experimentação, para que através de nosso próprio corpo saibamos identificar nossas necessidades e fazer mudanças e adaptações necessárias para nosso bem “estar” de maneira eficiente e prazerosa.

Marcelo Landa é Coreógrafo e Professor de Consciência e Expressão Corporal no Studio Koboltz – Movimento e Saúde.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Studio Koboltz - Movimento e Saúde

( Se preferir pode clicar no logo do Youtube no canto abaixo direito )

Coleção de imagens de aulas, encontros e dinâmicas.
São 5 anos de muita alegria, realizações e descobertas.
Obrigado a todas as pessoas que fazem parte da família Koboltz.
Sem vocês, este caminho não seria tão colorido e divertido!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Movimento Expressivo

MOVIMENTO EXPRESSIVO também é "dançar conforme a música" que a Vida toca!

Vamos - como no convite para Radiance Dance - dançar o outono que está chegando?

Amanhã, sábado 23 de março, às 15h00
Studio Koboltz
Rua Luis Góis 1248 - fone 5072.3799

Com Maria Rita Prado Marcondes
(Movimento Expressivo, Biodanza, Psicologia Junguiana)
 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Despertar


Por Sri Prem Baba

"Conforme vai progredindo no trabalho de desenvolvimento pessoal, você sente um crescimento, porque vai se apropriando das partes suas que estavam relegadas ao plano da sombra. Essa fase é absolutamente necessária, e faz parte da condição evolutiva, porém ela acaba criando também o condicionamento de querer cada vez mais. Então, chega um estágio em que não é mais assim, e você entra numa nova fase. Mas, para entrar nessa fase, é preciso focar na questão da identidade. Com quem você se identifica? Com qual parte sua você está identificado? Você é o seu corpo? Você é a sua história? Ou você é a testemunha que a tudo observa? Você é a nuvem ou o céu? Essa observação desapegada é o início do despertar."

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O "TROTE TERRÍVEL" QUE NOS FAZ PERDER O OBJETIVO DA VIDA INTEIRA.

 Por Alan Watts


“Na música, ninguém faz do final o objetivo. Se fosse assim, os melhores maestros seriam os que tocassem mais rápido; e existiriam compositores que só escreveriam finais. Pessoas iriam aos concertos para ouvirem apenas o último acorde — porque esse seria o final.

Mesma coisa na dança — você não busca um ponto particular na sala; onde você deveria chegar. O objetivo da dança toda é dançar. Mas, não vemos isso ser traduzido pela nossa educação, para nossa vida diária. Temos um sistema escolar que nos passa uma impressão completamente diferente. É tudo serializado — e o que fazemos é colocar uma criança em um corredor com um sistema de séries, com um tipo de “venha gatinho, aqui aqui aqui…”.

E você vai por jardim de infância, e isso é ótimo, porque quando você finalizar, você vai pra primeira série. E então, veja, a primeira série leva pra segunda série, e assim por diante… E então você sai da escola básica e vai o ensino superior – está acelerando, a coisa está chegando… Então você vai pra faculdade, e então para a escola de graduação, e quando você acabou a graduação, você sai pro mundo. E então você consegue alguma ocupação onde você vende seguro. E você tem uma meta pra bater. E você vai batê-la.

Todo o tempo, aquela coisa está vindo, está vindo, está vindo — aquela grande coisa, o sucesso que você está se dedicando.

Então quando você acorda um dia aos 40 anos de idade, você diz “Meu Deus! Cheguei! Estou aqui!”. E você não se sente muito diferente do que sempre sentiu. E há uma pequena tristeza, porque você sente que foi um trote. E foi um trote. Um trote terrível.

Eles fizeram você perder tudo. Por causa de expectativa.

Olhe para as pessoas que vivem para se aposentar, economizando dinheiro. E então quando eles tem 65 anos, e não tem mais nenhuma energia, são mais ou menos impotentes, eles vão e apodrecem em uma comunidade de cidadãos idosos. Poque nós simplesmente traimos nós mesmos, durante todo o caminho.

Nós pensamos que a vida, por analogia, era uma jornada, uma peregrinação, que teria um sério objetivo no final. E o objetivo era chegar nesse final. Sucesso, ou o que quer que seja, talvez o paraíso depois que estivesse morto. Mas perdemos o espírito durante todo o caminho.

Era uma música, e nós deveríamos ter cantado, ou dançado, enquanto a música estava sendo tocada“.